Possuído pelo espírito do Druida invocador de Diablo II e tendo atravessado para o universo Marvel como um mero diretor de uma escola comunitária, Alvin fitou profundamente os olhos do Comissário Geor
Na vasta metrópole da Grande Maçã, em uma viela sombria e úmida do bairro Hell’s Kitchen, um jovem chinês de porte alto e vigoroso permanecia com um corvo negro empoleirado em seu ombro. O rapaz conversava com uma mulher de origem eslava, dona de longos cabelos platinados e corpo escultural, embora trajasse vestes simples.
— Senhorita, preciso ser claro com você: eu a salvei por mera coincidência. Basta que me diga “obrigada” e estará encerrada nossa relação — declarou o jovem chinês, com o semblante sério, ignorando por completo o fato de ter diante de si uma bela mulher, como se aquela russa não lhe despertasse qualquer atração.
— Mas eu não sei para onde ir... Não me recordo de absolutamente nada do meu passado. A única lembrança que tenho é de você me resgatando à beira-mar — disse Anna, apertando com ambas as mãos a gola de sua camisa, tomada de inquietação. Seu olhar delicado evocava um instinto protetor em quem a visse.
O jovem, contudo, permaneceu impassível. Apenas contraiu levemente os lábios, desviando o olhar involuntariamente para o canto da viela, onde alguns delinquentes jaziam inconscientes junto ao lixo, os membros claramente retorcidos.
Suspirou, resignado. A mulher se mostrava tão ousada em sua aparição, e sua atuação era tão despretensiosa, que parecia ter plena confiança no resultado. Sem alternativa, o chinês disse:
— Senhorita Natasha Romanoff, sejamos francos. O que você — ou vocês — realmente desejam? — Ele conhecia bem a identidade daquela beldade: superagente formada pela Sala Vermelha da extinta União Soviética, a