Um mundo inteiramente novo de fantasia, concebido por Fang Xiang—adentre!
A ponta da caneta, afiada como uma lâmina, deslizava suavemente sobre uma pequena placa de cor azul-acinzentada. Linhas azuis, delicadas e finas, fluíam com destreza sob o comando da mão. A cada movimento, mais linhas azuladas se acumulavam na superfície da pequena placa, e, gradualmente, um padrão complexo e enigmático ia tomando forma, tornando-se cada vez mais perfeito a cada traço.
O olhar de Chen Mu permanecia fixo na placa, a respiração sutil e contida, como se temesse perturbar algo invisível. Observando atentamente, percebia-se que seu braço direito não se movia sequer um milímetro; apenas o punho se agitava, flexível como uma serpente, maleável como se não tivesse ossos. Com um giro delicado da caneta, surgiu um arco elegante na superfície. De súbito, a ponta da caneta cravou-se com força, rompendo a leveza do instante anterior; num rápido e agudo gancho, o traço cortou como uma lâmina. O padrão na placa brilhou intensamente por um breve momento, antes de se apagar e voltar à normalidade.
Chen Mu largou a placa sobre a mesa, juntando-a à pilha de outras do lado. Seus movimentos eram hábeis e naturais, sem qualquer hesitação. Mesmo após concluir aquela placa, seu semblante permanecia concentrado. Havia terminado quinze, faltando ainda dez para completar a tarefa do dia. O que produzia agora era uma carta de energia de nível uma estrela—o grau mais baixo—, a mais comum e consumida de todas.
Nesse instante, o quarto mergulhou em escuridão.
— Maldição, acabou a energia de novo! — murmurou Chen Mu, puxando uma carta de energia da pilha com a m