Três irmãos sem laços de sangue, que tipo de história acontecerá?
“irmã Bolha, parece que é ali!” disse uma voz furtiva, ainda imatura, como se temesse ser ouvida por alguém.
“Vi, vi. Fala mais baixo. O que será aquilo?” respondeu uma voz clara, cheia de curiosidade diante de um halo enevoado à frente.
“Parece uma barreira de proteção, de atributo relâmpago. Usa teu atributo de fogo para quebrá-la; isso aí é só uma proteção elemental básica.” O menino assentiu, ergueu a palma da mão e uma pequena chama surgiu. Em seguida, ela cresceu aos poucos; com um movimento do braço, a chama voou na direção daquela névoa púrpura. Pouco depois, a barreira violeta desapareceu, revelando um bebê envolto em um tecido púrpura finamente trabalhado, com aparência de recém-nascido de apenas um ou dois meses.
Dois minutos antes, os irmãos que pescavam no Rio das Estrelas Sem Fim, nas redondezas, haviam ouvido um sussurro estranho, que logo se calou, despertando a curiosidade dos dois. Aproximaram-se às escondidas, e então se deu aquela cena.
“Irmã Bolha, o que fazemos com uma criança tão pequena? Levamos para casa? O mestre não vai brigar com a gente?”
Bolha hesitou por um instante e disse: “Do que você tem medo? Você foi recolhido pelo mestre; eu recolher um também não pode? Anda logo.”
Terminando de falar, ela pegou o bebê no colo e saiu correndo, contente como uma criança. Depois de atravessar várias montanhas, chegaram ao sopé de uma delas. Ali havia também um pequeno regato que se bifurcava do Rio das Estrelas Sem Fim. Ao redor, o chão estava coberto de relva verdejante, salpicada por flores multicoloridas; o perfum