Para despertar, Hua Zhao teve a alma transportada para o romance que havia lido e, além disso, ganhou um sistema de magnata. O sistema declarou: “Desculpe, além de dinheiro, não posso lhe dar nada.” H
O corredor do hospital estava cheio de vai e vem. Mas Guzhi não ligava para nada; agachado num canto, chorava em silêncio.
Homem não derrama lágrimas com facilidade — só quando a dor é profunda demais.
— O tumor no estômago da sua mãe se espalhou. Se você não pagar os cem mil da cirurgia, quando a doença piorar ela não vai sobreviver nem a alguns meses.
As palavras frias do médico cravaram-se como agulhas em seu cérebro, mas, preso àquela situação e sem dinheiro algum, Guzhi simplesmente não conseguia tirar uma quantia tão alta.
E o seu desmoronamento ainda atraiu mais maldade.
— Olhem, aquele ali não é o sujeito que tentou se aproveitar do diretor Zhou e plagiar a obra dele?
— É ele mesmo! Sem vergonha nenhuma. O filme do diretor Zhou já estava pronto, e ele ainda teve a cara de pau de processar com aquele roteiro. Não tem noção de tempo?
— Gente assim não sabe o que é lógica. Faz qualquer coisa asquerosa!
— Lembro que, anos atrás, fiquei até emocionado ao ver o primeiro curta-metragem dele. Agora, pensando bem, só me dá nojo!
— Homem rasteiro! Faz de tudo para chamar atenção e ganhar tráfego!
— Olha como o diretor Zhou é generoso, nem pediu indenização. A diferença entre as pessoas às vezes é mesmo absurda.
No corredor, todos apontavam para ele. Aquelas hostilidades sem disfarce apertavam-lhe o pescoço como cordas.
De repente, Guzhi sentiu que não conseguia respirar. A sensação de asfixia o fez cambalear para fora do hospital.
Curvou o corpo e passou a respirar em grandes golfadas. O sol ardi